Depois de ser preso, além de fazer parte de uma banda e pagode, o
"cantor" Belo agora qur fazer um filme. Fazer o que? Agora qualquer um é ator e atriz! Não interessa se atua bem ou não, o que importa é que seja conhecido e, assim, dar ibope! Sendo alguém famoso, raros têm a coragem de dizer que aquele ou aquela que está sendo aclamada como "novo talento" não passa de mais um ator ou atriz brasileiro que atua pessimamente mal, mas que caiu nas graças do povo, da grande massa, aqueles que aceitam o que tá na moda simplesmente por estar na moda! O que a mídia não faz com a cabeça daqueles que se sentam na frente da tv para serem hipnotizados por quem sabe dominar com imagens e palavras? São facilmente manipulados... têm conceitos baixíssimos do que é bom, logo, qualquer coisa os satisfaz, então, pra que se dar ao trabalho de procurar mostrar o que é melhor e passar valores se o que dá ibope é o básico, o comum, é a sacanagem, são as tragédias, as fofocas, as comédias sem graça e novelas, tão repetitivas? E é assim que se consegue assegurar o sucesso da eterna política do pão e circo: Cestas básicas, promessas e novelas.
Bom, o que eu ia postar mesmo era a notícia do filme que o Belo quer fazer. Ele deve achar que é importante fazer um filme sobre a vida dele. E talvez seja, mas não pra mim.
Do site http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/06/18/e18066364.html
"Wagner Moura é pego de surpresa com convite de Belo para filme
Portal Terra
SÃO PAULO - O ator Wagner Moura se assustou ao saber que estava sendo cotado para interpretar o cantor Belo em uma possível cinebiografia do sambista, conforme informou o jornal O Dia.
- O Belo vai fazer um filme? O Belo do pagode? Comigo? Estou sabendo desta história agora. Fico feliz que ele tenha dito que gosta de mim, mas nem sabia de nada disso - afirmou Wagner Moura em São Paulo, durante uma entrevista para apresentar a jornalistas sua nova peça, 'Hamlet' que estréia nesta sexta-feira.
Moura afirma que este ano será dedicado apenas à peça e que não tem planos para projetos na TV ou no cinema.
O espetáculo, com direção de Aderbal Freire-Filho, estréia nesta sexta-feira no Teatro da Faap, onde fica em cartaz até o dia 28 de setembro, de sexta a domingo. Depois deve seguir para o Rio de Janeiro, ainda sem data nem local definidos.
Além de interpretar o protagonista de 'Hamlet', Wagner Moura foi um dos tradutores da peça, clássico de William Shakespeare, e assina também a produção do espetáculo."
E ainda escolhe o Wagner Moura... Se ele aceitar, desaba no meu conceito.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Guerrilha sem face
Outro filme que eu vi só uma parte e que guardei o nome durante meses, se bem que esse eu acho que já tem anos... Guerrilha sem face. A única parte que eu me lembro melhor é a de que umas pessoas estão assistindo a uma peça de teatro e, de repente tudo se apaga, (se não estou enganada) mas o que acontece depois foi o que me fez querer continuar vendo o filme e não me esquecer do no dele.
Sinopse do site http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_dvd.asp?produto=8021
Guerrilha sem face

Direção do consagrado John Malkovich, este suspense tenso e interessante é inspirado num caso real. A perseguição e captura de Abimael Guzman, líder do exército de guerrilheiros peruanos Sendero Luminoso, que durante 12 anos viveu na clandestinidade. Para contar essa história, acompanhamos a ascensão de Agustin Rejas (Javier Bardem, indicado ao Oscar® de Melhor Ator por Antes do Anoitecer), um ex-advogado que se torna o respeitado capitão da polícia antiterrorista de um país governado pela corrupção e pelo desmando. Rejas assiste ao início de uma revolução silenciosa, que mais tarde torna-se furiosa. Enquanto o país mergulha no caos, a chama da paixão volta a queimar o coração do policial quando ele se aproxima de Yolanda (Laura Morante), a bela professora de balé de sua filha.
Sinopse do site http://www.2001video.com.br/detalhes_produto_extra_dvd.asp?produto=8021
Guerrilha sem face
Direção do consagrado John Malkovich, este suspense tenso e interessante é inspirado num caso real. A perseguição e captura de Abimael Guzman, líder do exército de guerrilheiros peruanos Sendero Luminoso, que durante 12 anos viveu na clandestinidade. Para contar essa história, acompanhamos a ascensão de Agustin Rejas (Javier Bardem, indicado ao Oscar® de Melhor Ator por Antes do Anoitecer), um ex-advogado que se torna o respeitado capitão da polícia antiterrorista de um país governado pela corrupção e pelo desmando. Rejas assiste ao início de uma revolução silenciosa, que mais tarde torna-se furiosa. Enquanto o país mergulha no caos, a chama da paixão volta a queimar o coração do policial quando ele se aproxima de Yolanda (Laura Morante), a bela professora de balé de sua filha.
domingo, 2 de novembro de 2008
The dust factory
Chegou aqui no Brasil em inglês mesmo, se eu não me engano... Pelo menos era esse o título quando eu vi, como [quase] sempre, no Telecine. E só um pedaço, porque esses filmes só passam tarde da noite e quando eu tenho que acordar cedo!
Ok, acabei de descobrir que o nome é Surpresas da vida, um título perfeitamente traduzido para o português, como na maioria das vezes. Adoro isso. O resultado são vários filmes com nomes tão parecidos que a gente se confunde, mas com histórias totalmente diferentes. eu posso estar falando mal á toa, mas eu acho que se a pessoa que escreveu a história deu aquele título pro filme, não foi à toa: foi algo bem elaborado para fazer você entender do que se trata o filme em uma pequena frase ou palavra, mas que te faça ficar curioso para assití-lo! E isso não é fácil. Aí o filme chega aqui e, não sei se por alguma regra, o título é mudado para alguma frase que nos faz ter a impressão de que é um filme de romance bobo quando na verdade é um drama muito bem elaborado. Se a pessoa não tiver lido alguma crpitica sobre o filme e for umpoquinho mais exigente com filmes, não vai ver mais um Paixão eterna, Amores de verão, Jogo do amor, Amor e sedução, Amor em jogo, etc. E esses títulos devem existir.
Fora as traduções mais toscas ainda dos filmes de criança, o que já não são lá essas coiss em ingl~es, mas que em português já vêm prontas pra Sessão da tarde: Papai bate um bolão, Confusão em dobro, Infinitas variações com -bom pra cachorro, infinitas variações com -da pesada, etc. Mas isso eu escrevo outra hora. Lembre ique eu ia falar sobre The dust factory, ou Surpresas da vida:
Sinopse do site http://www.seufilmeemcasa.com.br/filme_detalhe.asp?id=40470:

"Aventura e fantasia sobre o amor e a amizade entre dois adolescentes (um menino e uma menina) que se ajudam a enfrentar as dificuldades de suas idades."
Aahn... tá... essa sinopse não deu muita vontade de assistir e ainda bem que eu vi antes de saber da sinopse, mas eu garanto que é um filmo bom, divertido pra passar o tempo e não é tãão básico e como os outros filmes como parecer ser. Pelo menos é o que a minha memória me diz.
Aqui está o trailer:
Ok, acabei de descobrir que o nome é Surpresas da vida, um título perfeitamente traduzido para o português, como na maioria das vezes. Adoro isso. O resultado são vários filmes com nomes tão parecidos que a gente se confunde, mas com histórias totalmente diferentes. eu posso estar falando mal á toa, mas eu acho que se a pessoa que escreveu a história deu aquele título pro filme, não foi à toa: foi algo bem elaborado para fazer você entender do que se trata o filme em uma pequena frase ou palavra, mas que te faça ficar curioso para assití-lo! E isso não é fácil. Aí o filme chega aqui e, não sei se por alguma regra, o título é mudado para alguma frase que nos faz ter a impressão de que é um filme de romance bobo quando na verdade é um drama muito bem elaborado. Se a pessoa não tiver lido alguma crpitica sobre o filme e for umpoquinho mais exigente com filmes, não vai ver mais um Paixão eterna, Amores de verão, Jogo do amor, Amor e sedução, Amor em jogo, etc. E esses títulos devem existir.
Fora as traduções mais toscas ainda dos filmes de criança, o que já não são lá essas coiss em ingl~es, mas que em português já vêm prontas pra Sessão da tarde: Papai bate um bolão, Confusão em dobro, Infinitas variações com -bom pra cachorro, infinitas variações com -da pesada, etc. Mas isso eu escrevo outra hora. Lembre ique eu ia falar sobre The dust factory, ou Surpresas da vida:
Sinopse do site http://www.seufilmeemcasa.com.br/filme_detalhe.asp?id=40470:
"Aventura e fantasia sobre o amor e a amizade entre dois adolescentes (um menino e uma menina) que se ajudam a enfrentar as dificuldades de suas idades."
Aahn... tá... essa sinopse não deu muita vontade de assistir e ainda bem que eu vi antes de saber da sinopse, mas eu garanto que é um filmo bom, divertido pra passar o tempo e não é tãão básico e como os outros filmes como parecer ser. Pelo menos é o que a minha memória me diz.
Aqui está o trailer:
O show não pode parar e Nenhum a menos
Eu vi esse filme no Telecine Cult há alguns meses e, como sempre acontece com algum filme muito bom, eu tinha que acordar cedo, não pude assistir até o fim e pensei que fosse repetir outro dia, mas não vi de novo...
Um documentário que eu adorei! Muito bom mesmo, não é enfadonho como muitos documentários são e a história dele é incrível!
Aqui vai a matéia feita pelo site http://www.cinereporter.com.br/dvd/show-nao-pode-parar-o/:
Show Não Pode Parar, O
01/04/2004

Documentário bem pessoal focaliza trajetória hiperbólica do produtor Robert Evans, um mito de Hollywood
Por: Rodrigo Carreiro
NOTA DO EDITOR: ★★★★☆
“Há três lados da mesma história: o meu lado, o seu lado e a verdade. Ninguém está mentindo. As lembranças servem a cada um de forma diferente”. A frase de abertura do documentário “O Show Não Pode Parar” (The Kid Stays In The Picture, EUA, 2003) adianta e, de certa forma, justifica a subjetividade do longa-metragem, construído apenas do ponto de vista do personagem que enfoca. E essa é uma decisão acertadíssima, que se afasta do estilo documental jornalístico e constrói uma película com força dramática equivalente a um longa de proporções épicas.
“O Show Não Pode Parar” é um documentário singular. O filme enfoca, em 93 minutos, a carreira do lendário produtor Robert Evans, o último dos grandes nomes a conservar a mistura de arrogância, ego e talento que fizeram o folclore de uma Hollywood mítica. Essa Hollywood já ficou para trás há pelo menos uns 25 anos. Evans é o dono do filme, e essa não é a única característica que “O Show Não Pode Parar” compartilha com as obras que ele produziu.
O projeto do filme é muito curioso. A película foi construída, pela dupla de diretores Nanette Burstein e Brett Morgen, a partir da autobiografia de Bob Evans, que tem o mesmo nome original (literalmente, “O Garoto Fica no Filme”). O produtor havia gravado uma versão do livro em formato de áudio (o controverso audio-book), e foi essa narração que os diretores aproveitaram no filme. Ou seja, em princípio, “O Show Não Pode Parar” nem é um filme, mas um depoimento colorido com imagens. Mas que depoimento!
A história de Robert Evans é fantástica. Ele era empresário de moda em Nova York quando foi descoberto, numa piscina de Los Angeles, pela atriz Norma Shearer. Garotão bonito, virou ator e fascinou-se pela figura do produtor Darryl Zanuck, autor da célebre frase que dá nome à autobiografia. Decidiu ser produtor, e não descansou enquanto não conseguiu uma oferta de um estúdio. A Paramount era o nono colocado no ranking de Hollywood, em 1967, quando contratou Evans para dirigir a casa. Tornou-se número 1 apenas três anos depois.
Nos anos 1970, Robert Evans levou uma vida tipicamente hollywoodiana, no bom e no mau sentidos. Produziu jóias como “O Poderoso Chefão” e “O Bebê de Rosemary”, e sucessos absolutos, como “Love Story – Uma História de Amor”. Salvou a Paramount da falência com esse último. Em 1974, no auge, começou uma carreira de produtor independente, fazendo “Chinatown” e “Maratona da Morte”, entre outros. Casou com a atriz mais bela da época, Ali McGraw, só para ser corneado pelo galã do momento, Steve McQueen. E estou falando aqui apenas no momento ascendente da trajetória de Evans. Nos anos 1980, viriam uma prisão por tráfico de drogas e até uma acusação de envolvimento em assassinato.
Robert Evans narra tudo isso com um senso de oportunidade que jamais resvala para autocomiseração ou júbilo. Aliás, faz mais do que narrar: promove uma sessão aguda de auto-análise, cínica em alguns momentos, comovente em outros (as cenas em que relembra a traição de McGraw, culpando-se pela ausência devido às filmagens de “O Poderoso Chefão”, são emocionalmente poderosas). Trata-se de um ególatra, sem dúvida, mas um sujeito capaz de fazer um filme em que examina, sem meias palavras, a própria falência moral (e financeira) merece bem mais do que palmas.
O filme ainda tem o mérito de realizar uma pesquisa rigorosa, amparada no farto material que o próprio Evans disponibilizou. Há inúmeras cenas do produtor – no cinema, na TV, nos sets. Aliás, os diretores driblam bem a falta de imagens recentes do protagonista (Evans não quis gravar entrevistas porque sofreu um derrame há três anos). Burstein e Morgen recorrem a montagens fotográficas criativas e longas seqüências panorâmicas da mansão em que Evans vive, em Beverly Hills. Essa solução enfatiza a aura mitológica do produtor, e a montagem ágil reforça a trajetória hiperbólica que transforma, finalmente, o produtor em personagem cinematográfico clássico.
Há, aqui, todos os ingredientes de um filme hollywoodiano de sucesso: sexo, drogas, assassinato, sucesso, dinheiro, belas mulheres e talento. Há, ainda, a ascensão e a queda de um homem que é, mais do que um ser humano fascinante, um símbolo de um passado glorioso que não volta mais. A nostalgia de Robert Evans é, em grande medida, a nostalgia de Hollywood, e dos próprios EUA, por um passado que já virou lenda. Curioso é perceber a metáfora, talvez não intencional, entre as trajetórias de uma pessoa, uma indústria e uma nação. E essa é a alma desse filme.
- O Show Não Pode Parar (The Kid Stays In The Picture, EUA, 2002)
Direção: Brett Morgen e Nanette Burstein. Documentário
Duração: 93 minutos
---------------------------------
Aproveitando o mesmo post, encontrei o filme cujo nome eu guardei na memória por um bom tempo: Nenhum a menos. Também não vi até o fim, mas é muito bonitinho. Eu lembro que eu vi que foi baseado numa história real, mas não encontrei essa informação... bom, o filme é diferente porque o diretor fez com que os atores praticamente improvisassem tudo e o filme ficou bem natural, parecendo um documentário e, como eu prefiro coisas ao natural, improvisadas, adorei! Aqui vai o texto publicado no site http://www.terra.com.br/cinema/drama/nenhum.htm sobre o filme:
Nenhum a menos

"Nenhum a Menos" mescla documentário e ficção com atores amadores
Vencedor do festival de Veneza de 99, Nenhum a Menos, de Zhang Yimou é um retrato quase documental da atual situação da classe de estudantes rurais na China. Com uma câmera discreta, e muitas vezes escondida, Yimou registrou o ensino em uma escola rural no interior do país.
Com atores amadores, e grande parte deles ainda crianças, o que se vê é uma verdadeira aula de direção ao retratar a evasão escolar justificada pela pobreza.
Tudo começa quando o professor da escola tira uma licença para cuidar de sua mãe. Em seu lugar, a prefeitura coloca uma garota de apenas 13 anos, Wei (Wei Minzhi). Ela terá que morar na própria escola durante um mês, junto com alguns dos 28 alunos, até que o mestre retorne. Sua missão é garantir que nenhum deles abandonea escola.
Wei faz a chamada religiosamente a cada novo dia e depois passa para os alunos os deveres de cópias das lições escritas no quadro negro. Sem se preocupar muito se eles realmente estão aprendendo, ela só quer que eles não abandonem o curso e saiam da escola. Tamanha é a pobreza do local, que a garota só dispõe de um giz para cada dia de aula, ninguém possui livros, e as camas dos alunos são improvisadas com as carteiras da classe.
A garota professora e seus alunos, fixados no meio de um vilarejo, formam uma espécie de espelho miniatura da comunidade chinesa com seus problemas atuais, principalmente quando refere-se à camada rural da população.
A determinação de Wei em manter os alunos na escola é tanta que as situações passam a ser cada vez mais absurdas, chegando ao ponto da garota partir para uma grande e próspera metrópole, em busca de um dos alunos, Zhang Huike (Zhang Huike) que fugiu com a família em busca de trabalho.
O diretor diz ter usado atores amadores para enfatizar o realismo. Sem deixar que as crianças lessem o roteiro, a maioria das atuações partiram como improvizações dos personagens que interpretavam, grande parte das vezes, suas próprias vidas.
Nenhum a Menos foi o segundo triunfo de Yimou, 49, em Veneza. Em 93, ele recebeu o Leão de Ouro por A História de Qiu Ju. Antes dele, apenas dois cineastas franceses, Andre Cayatte, nos anos 50, e Louis Malle, nos 80, haviam acumulado duas vitórias no festival.
Um documentário que eu adorei! Muito bom mesmo, não é enfadonho como muitos documentários são e a história dele é incrível!
Aqui vai a matéia feita pelo site http://www.cinereporter.com.br/dvd/show-nao-pode-parar-o/:
Show Não Pode Parar, O
01/04/2004

Documentário bem pessoal focaliza trajetória hiperbólica do produtor Robert Evans, um mito de Hollywood
Por: Rodrigo Carreiro
NOTA DO EDITOR: ★★★★☆
“Há três lados da mesma história: o meu lado, o seu lado e a verdade. Ninguém está mentindo. As lembranças servem a cada um de forma diferente”. A frase de abertura do documentário “O Show Não Pode Parar” (The Kid Stays In The Picture, EUA, 2003) adianta e, de certa forma, justifica a subjetividade do longa-metragem, construído apenas do ponto de vista do personagem que enfoca. E essa é uma decisão acertadíssima, que se afasta do estilo documental jornalístico e constrói uma película com força dramática equivalente a um longa de proporções épicas.
“O Show Não Pode Parar” é um documentário singular. O filme enfoca, em 93 minutos, a carreira do lendário produtor Robert Evans, o último dos grandes nomes a conservar a mistura de arrogância, ego e talento que fizeram o folclore de uma Hollywood mítica. Essa Hollywood já ficou para trás há pelo menos uns 25 anos. Evans é o dono do filme, e essa não é a única característica que “O Show Não Pode Parar” compartilha com as obras que ele produziu.
O projeto do filme é muito curioso. A película foi construída, pela dupla de diretores Nanette Burstein e Brett Morgen, a partir da autobiografia de Bob Evans, que tem o mesmo nome original (literalmente, “O Garoto Fica no Filme”). O produtor havia gravado uma versão do livro em formato de áudio (o controverso audio-book), e foi essa narração que os diretores aproveitaram no filme. Ou seja, em princípio, “O Show Não Pode Parar” nem é um filme, mas um depoimento colorido com imagens. Mas que depoimento!
A história de Robert Evans é fantástica. Ele era empresário de moda em Nova York quando foi descoberto, numa piscina de Los Angeles, pela atriz Norma Shearer. Garotão bonito, virou ator e fascinou-se pela figura do produtor Darryl Zanuck, autor da célebre frase que dá nome à autobiografia. Decidiu ser produtor, e não descansou enquanto não conseguiu uma oferta de um estúdio. A Paramount era o nono colocado no ranking de Hollywood, em 1967, quando contratou Evans para dirigir a casa. Tornou-se número 1 apenas três anos depois.
Nos anos 1970, Robert Evans levou uma vida tipicamente hollywoodiana, no bom e no mau sentidos. Produziu jóias como “O Poderoso Chefão” e “O Bebê de Rosemary”, e sucessos absolutos, como “Love Story – Uma História de Amor”. Salvou a Paramount da falência com esse último. Em 1974, no auge, começou uma carreira de produtor independente, fazendo “Chinatown” e “Maratona da Morte”, entre outros. Casou com a atriz mais bela da época, Ali McGraw, só para ser corneado pelo galã do momento, Steve McQueen. E estou falando aqui apenas no momento ascendente da trajetória de Evans. Nos anos 1980, viriam uma prisão por tráfico de drogas e até uma acusação de envolvimento em assassinato.
Robert Evans narra tudo isso com um senso de oportunidade que jamais resvala para autocomiseração ou júbilo. Aliás, faz mais do que narrar: promove uma sessão aguda de auto-análise, cínica em alguns momentos, comovente em outros (as cenas em que relembra a traição de McGraw, culpando-se pela ausência devido às filmagens de “O Poderoso Chefão”, são emocionalmente poderosas). Trata-se de um ególatra, sem dúvida, mas um sujeito capaz de fazer um filme em que examina, sem meias palavras, a própria falência moral (e financeira) merece bem mais do que palmas.
O filme ainda tem o mérito de realizar uma pesquisa rigorosa, amparada no farto material que o próprio Evans disponibilizou. Há inúmeras cenas do produtor – no cinema, na TV, nos sets. Aliás, os diretores driblam bem a falta de imagens recentes do protagonista (Evans não quis gravar entrevistas porque sofreu um derrame há três anos). Burstein e Morgen recorrem a montagens fotográficas criativas e longas seqüências panorâmicas da mansão em que Evans vive, em Beverly Hills. Essa solução enfatiza a aura mitológica do produtor, e a montagem ágil reforça a trajetória hiperbólica que transforma, finalmente, o produtor em personagem cinematográfico clássico.
Há, aqui, todos os ingredientes de um filme hollywoodiano de sucesso: sexo, drogas, assassinato, sucesso, dinheiro, belas mulheres e talento. Há, ainda, a ascensão e a queda de um homem que é, mais do que um ser humano fascinante, um símbolo de um passado glorioso que não volta mais. A nostalgia de Robert Evans é, em grande medida, a nostalgia de Hollywood, e dos próprios EUA, por um passado que já virou lenda. Curioso é perceber a metáfora, talvez não intencional, entre as trajetórias de uma pessoa, uma indústria e uma nação. E essa é a alma desse filme.
- O Show Não Pode Parar (The Kid Stays In The Picture, EUA, 2002)
Direção: Brett Morgen e Nanette Burstein. Documentário
Duração: 93 minutos
---------------------------------
Aproveitando o mesmo post, encontrei o filme cujo nome eu guardei na memória por um bom tempo: Nenhum a menos. Também não vi até o fim, mas é muito bonitinho. Eu lembro que eu vi que foi baseado numa história real, mas não encontrei essa informação... bom, o filme é diferente porque o diretor fez com que os atores praticamente improvisassem tudo e o filme ficou bem natural, parecendo um documentário e, como eu prefiro coisas ao natural, improvisadas, adorei! Aqui vai o texto publicado no site http://www.terra.com.br/cinema/drama/nenhum.htm sobre o filme:
Nenhum a menos
"Nenhum a Menos" mescla documentário e ficção com atores amadores
Vencedor do festival de Veneza de 99, Nenhum a Menos, de Zhang Yimou é um retrato quase documental da atual situação da classe de estudantes rurais na China. Com uma câmera discreta, e muitas vezes escondida, Yimou registrou o ensino em uma escola rural no interior do país.
Com atores amadores, e grande parte deles ainda crianças, o que se vê é uma verdadeira aula de direção ao retratar a evasão escolar justificada pela pobreza.
Tudo começa quando o professor da escola tira uma licença para cuidar de sua mãe. Em seu lugar, a prefeitura coloca uma garota de apenas 13 anos, Wei (Wei Minzhi). Ela terá que morar na própria escola durante um mês, junto com alguns dos 28 alunos, até que o mestre retorne. Sua missão é garantir que nenhum deles abandonea escola.
Wei faz a chamada religiosamente a cada novo dia e depois passa para os alunos os deveres de cópias das lições escritas no quadro negro. Sem se preocupar muito se eles realmente estão aprendendo, ela só quer que eles não abandonem o curso e saiam da escola. Tamanha é a pobreza do local, que a garota só dispõe de um giz para cada dia de aula, ninguém possui livros, e as camas dos alunos são improvisadas com as carteiras da classe.
A garota professora e seus alunos, fixados no meio de um vilarejo, formam uma espécie de espelho miniatura da comunidade chinesa com seus problemas atuais, principalmente quando refere-se à camada rural da população.
A determinação de Wei em manter os alunos na escola é tanta que as situações passam a ser cada vez mais absurdas, chegando ao ponto da garota partir para uma grande e próspera metrópole, em busca de um dos alunos, Zhang Huike (Zhang Huike) que fugiu com a família em busca de trabalho.
O diretor diz ter usado atores amadores para enfatizar o realismo. Sem deixar que as crianças lessem o roteiro, a maioria das atuações partiram como improvizações dos personagens que interpretavam, grande parte das vezes, suas próprias vidas.
Nenhum a Menos foi o segundo triunfo de Yimou, 49, em Veneza. Em 93, ele recebeu o Leão de Ouro por A História de Qiu Ju. Antes dele, apenas dois cineastas franceses, Andre Cayatte, nos anos 50, e Louis Malle, nos 80, haviam acumulado duas vitórias no festival.
Os filmes [pra comprar!]
Achei, pra vender, os filmes que eu prefiro comprar a baixar, porque eu não encontro e porque são raros ou pelo menos mais difícil de achar que os outros e filmes assim é melhor que você tenha em dvd.
http://produto.mercadolivre.com.br/
MLB-83294497-dvd-de-lovely-vida-e-amores-de-cole-porter-original-_JM
http://www.submarino.com.br/produto/6/244925/o+show+nao+pode+parar!!!
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-78984680-o-passaro-azul-com-shirle
y-temple-1940-dublado-_JM
Esse é só um site que eu achei bom. Eu fugia dele, mas ele é bom sim:
http://thepiratebay.org/
E esse aqui também:
http://www.dignet.tk/
http://produto.mercadolivre.com.br/
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http://www.submarino.com.br/produto/6/244925/o+show+nao+pode+parar!!!
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-78984680-o-passaro-azul-com-shirle
y-temple-1940-dublado-_JM
Esse é só um site que eu achei bom. Eu fugia dele, mas ele é bom sim:
http://thepiratebay.org/
E esse aqui também:
http://www.dignet.tk/
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
O pássaro azul!


"Trata-se da história de dois irmãos: a garota Mytyl e seu irmãoTytyl que após a convocação de seu pai para combater Napoleão, ficam sozinhos em casa. Depois
disso, Mytyl captura o pássaro azul da felicidade e não o entrega ao seu melhor amigo que está doente. A noite, ela recebe a visita da fada Berylune que
os manda, juntamente com o seu gato e cachorro, transformados em humanos em busca do pássaro azul da felicidade através do passado, do presente e do futuro.
O filme se inicia em preto e branco e vai sendo, gradualmente, colorido em Technicolor durante os eventos.
É estrelado por Shirley Temple e John Russell."
"O pássaro azul (The blue bird)
Direção: Walter Lang.
Roteiro: Walter Bullock, Maurice Maeterlinck e Ernest Pascal.
Ano de Produção: 1940.
Cores.
Companhias Produtoras: 20th Century Fox.
O filme O Pássaro Azul, dirigido por Walter Lang, é um clássico em Technicolor para crianças, mas que também emociona os pais. O típico filme da Sessão da Tarde que costuma reunir a família toda em frente à Tv.
O longa-metragem, que foi baseado numa peça de Maurice Maeterlinck, escrita em 1908, ainda hoje consegue êxito ao contar a história da menina Myltyl Tyl (Shirley Temple) e sua busca pelo Pássaro Azul da Felicidade.
Embora O Pássaro Azul não tenha alcançado um sucesso financeiro na época do seu lançamento e tenha sido citado por muitos críticos da como uma cópia barata de O Mágico de Oz, acredito que esta obra foi meio injustiçada ao longo dos anos e poderia ser vista como muito mais do que uma resposta da Fox ao Leão da MGM. Walter Lang consegue conservar a ingenuidade e fantasia necessárias para agradar as crianças e a fotografia e os Efeitos Visuais são um prato cheio para os adultos que gostam do gênero.
O filme narra a história da família Tyl, cujo patriarca (interpretado por Russell Hicks) é convocado para combater Napoleão e precisa deixar os filhos em casa sozinhos. A garota Mytyl e seu irmão Tytyl (Robin Macdougall) passam a viver algumas aventuras depois que o melhor amigo de Mytyl adoece e a menina empenha-se em capturar o conhecido "pássaro azul da felicidade" para presentear o garoto. Após receber a visita da fada Berylune (Jessie Ralph), os meninos são enviados, juntamente com o seu gato Tyllete e cachorro Tylo, transformados em humanos, em busca do pássaro azul através do passado, do presente e do futuro.
Durante a viagem por muitos reinos com fadas, magias e personagens enigmáticos, as crianças passam pelas mais inusitadas situações, e vão sofrendo transformações — relacionadas às mudanças da infância para a juventude — e transformam os lugares por onde passam, como a emocionante cena em que Mytyl se despede dos avós, já mortos, e que voltam a dormir num banquinho porque só acordavam quando alguém lembrasse deles. A menina ainda consegue ver o irmão caçula que está para nascer em outros dos mundos. Quando voltam para casa, encontram um lugar muito diferente do início da aventura.
O filme passou a ser um tesouro garimpado ao longo dos anos por colecionadores, pois dificilmente é encontrado em locadoras, nenhuma emissora costuma mais passá-lo e aguardamos ansiosos o seu lançamento em Dvd, já que nos últimos anos muitos clássicos foram restaurados e lançados no mercado brasileiro. Até lá ficam apenas as recordações de um tempo em que encontrar um pássaro azul era mais preocupante do que pagar as contas no final do mês.
Elenco
Shirley Temple .... Mytyl
Spring Byington .... Mummy Tyl
Nigel Bruce .... Sr. Luxury
Gale Sondergaard .... Tylette
Eddie Collins .... Tylo
Sybil Jason .... Angela Berlingot
Jessie Ralph .... Fairy Berylune
Helen Ericson .... Luz
Johnny Russell .... Tyltyl
Laura Hope Crews .... Sra. Luxury
Russell Hicks .... Vovô Tyl
Cecilia Loftus .... Granny Tyl
Al Shean .... Vovó Tyl
Gene Reynolds .... Menino Estudioso
Stanley Andrews .... Wilhelm"
(Que mania de "tyl"!!)
Eu vi esse filme há alguns anos no Telecine, mas só uma partezinha. Apesar de ser com a Shirley Temple (éééé!), eu achei muito bonito, um filme que dizem ser para crianças, mas eu acho que é só superficialmente,não é só pra crianças e que, se for interpretado um pouco mais profundamente, é um filme com valores muito bons, o que eu já tinha percebido, mas quando li a opinião das pessoas, acreditei mais na nisso.
Acho que vale a pena comprar, mas em DVD.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Superbad!
Carteira falsa do Fogell: McLovin, um havaiano de 25 anos.

McLovin com seu colete de Aladdin/Pinóquio, tentando parecer mais velho (25 anos porque você já parou pra pensar quantas pessoas fazem carteiras falsas dizendo que tem 21? Quantas pessoas de 21 anos existem por aí?? É uma questão de estratégia).

"25 anos?
E McLovin? Só McLovin? Você só tem UM nome??"

Ontem vimos Superbad, que a minha irmã tanto queria nos mostrar!
E realmente é muito legal! É muito engraçado! Nerds são sempre engraçados! Pra quem já conviveu ou conheceu ou pior ainda, foi um nerd, vai perceber que a semelhança é monstruosa! E isso é em qualquer lugar do mundo!
Muito obrigada, irmã. Muito obrigada!
Muitas internas surgiram com esse filme! Sempre, sempre!
McLovin com seu colete de Aladdin/Pinóquio, tentando parecer mais velho (25 anos porque você já parou pra pensar quantas pessoas fazem carteiras falsas dizendo que tem 21? Quantas pessoas de 21 anos existem por aí?? É uma questão de estratégia).
"25 anos?
E McLovin? Só McLovin? Você só tem UM nome??"
Ontem vimos Superbad, que a minha irmã tanto queria nos mostrar!
E realmente é muito legal! É muito engraçado! Nerds são sempre engraçados! Pra quem já conviveu ou conheceu ou pior ainda, foi um nerd, vai perceber que a semelhança é monstruosa! E isso é em qualquer lugar do mundo!
Muito obrigada, irmã. Muito obrigada!
Muitas internas surgiram com esse filme! Sempre, sempre!
O triunfo do amor!
Hoje, finalmente, depois de três anos, conseguimos encontrar e ver o filme O triunfo do amor, graças à nossa mais nova querida locadora que tem [praticamente] de tudo!
O bom é que nem eu nem minha irmã lembrávamos de quase nada do filme então tudo foi surpresa, principalmente por não lembrarmos de praticamente nada além da história e... da atriz, apesar de só termos visto uma [boa] parte e o fim (porque eu lembrava que eles cantavam!), mas isso não significou NADA!
É muiiito bom! Eu recomendo! Não é meloso, apesar de ser romance, e engraçado no estilo inglês [nada que te faça chorar de rir], mas divertido! Apesar de ser um filme de romance, você não consegue pensar em como o filme vai terminar, porque até o último minuto tudo pode dar certo assim como tudo pode dar errado! Muito bom! Não dá pra querer que o filme termine...
Os dois pôsteres do filme:

O bom é que nem eu nem minha irmã lembrávamos de quase nada do filme então tudo foi surpresa, principalmente por não lembrarmos de praticamente nada além da história e... da atriz, apesar de só termos visto uma [boa] parte e o fim (porque eu lembrava que eles cantavam!), mas isso não significou NADA!
É muiiito bom! Eu recomendo! Não é meloso, apesar de ser romance, e engraçado no estilo inglês [nada que te faça chorar de rir], mas divertido! Apesar de ser um filme de romance, você não consegue pensar em como o filme vai terminar, porque até o último minuto tudo pode dar certo assim como tudo pode dar errado! Muito bom! Não dá pra querer que o filme termine...
Os dois pôsteres do filme:
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
HAIR
Anteontem fui pra casa da minha amiga e assistimos HAIR, que ela adooora e já tinha visto milhares de vezes. É muiiito bom memso, como ela prometeu que seria. Eu queria ver, claro, mas munca tinha ido muito com a cara, mas o que eu sabia sobe o filme? Bom, além de umas duas músicas, nada. Nem sinopse, nem atores, nem comentários, nada.
E eu recomendo até pra quem não gosta de musicais. É muito bom mesmo. Faz pensar [mesmo praqueles que não gostam muito dessa prática] e é um filme pra ser visto em qualquer época, mesmo sendo de 1979, se não me engano...

E eu recomendo até pra quem não gosta de musicais. É muito bom mesmo. Faz pensar [mesmo praqueles que não gostam muito dessa prática] e é um filme pra ser visto em qualquer época, mesmo sendo de 1979, se não me engano...

sábado, 11 de outubro de 2008
Funny games
Depois de encontrar alguns filmes sem querer (e postar aqui), encontrei uma descrição de um tal filme chamado Funny games (ou Alameda do mal, em Portugal), de 1997 e que tinha uma regravação de 2008. Procurei os pôsteres, li a sinopse em inglês, mas queria postar tudo em português. Procurei a sinopse de Alameda do mal, mas não existia. Então, fiz a busca como "Funny games" sinopse e eis que eu descubro que o título em português brasileiro é Violência gratuita, o tal filme que meu pai (que descobriu o filme), minha irmã e EU queríamos ver! Aposto que eu não tinha lido a sinopse quando me mostraram...
Talvez esse filme salve a onda de filmes ruins que chegaram com o título de "comédias"...
Sinopse:
Um casal rico curte as férias com seu filho em uma casa à beira de um lago. Enquanto o marido e o menino cuidam do barco, a esposa recebe a visita de um educado vizinho que pede ovos emprestados. Ele e outro sujeito, que chega logo depois, não irão mais sair da casa. A família é mantida em cativeiro pelos dois invasores, que executam jogos sádicos e violentos.
Trailer:
http://www.greyfade.com/blog/?m=200711
Destruir depois de ler
Após ter sido despedido, um ex-agente da CIA (John Malkovich) decide escrever as suas memórias documentando segredos do governo mas, durante as partilhas do divórcio, a sua ex-mulher (Tilda Swinton) rouba-lhe um disco com o único exemplar do manuscrito.
Por engano, esse mesmo disco cai nas mãos de dois empregados de um ginásio (Brad Pitt e Frances McDormand), um homem e uma mulher sem escrúpulos, que tencionam explorar ao máximo a sua descoberta, vendendo a informação de forma a poderem pagar uma cirurgia plástica.
É então chamado um agente da CIA (George Clooney) para resolver o caso… custe o que custar.
Busca implacável

O formado agente secreto Bryan (Liam Neeson) relembra suas antigas habilidades de trabalho depois que sua filha Kim (Maggie Grace) e sua amiga Lenore (Famke Janssen) são seqüestradas em Paris.
Um filme com muita velocidade, a mesma velocidade em que Bryan tem para resgatar sua filha do poder dos seqüestradores internacionais.
Mamma mia!
No cenário de uma bela ilha grega, Donna (Meryl Streep) criou sua filha sozinha. Sophie nunca soube que é seu pai e agora, prestes a se casar com Sky, deseja muito que este misterioso homem participe da cerimônia e a entregue ao seu marido. A jovem de 20 anos encontra pistas dos possíveis candidatos num antigo diário de sua mãe. Para fazer seu sonho se realizar, ela envia convites para a festa para os três homens que despertam sua curiosidade.
Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Bill Anderson (Stellan Skarsgård) e Harry Bright (Colin Firth), os possíveis pais, moram em lugares diferentes, mas acabam tentados a ir à festa na ilha grega, principalemente com a possibilidade de rever Donna. Enquanto isso, Sophie esconde da mãe o convite e tem certeza que vai reconhecer o verdadeiro pai somente ao olhar para ele. Quando todos se encontram, lembranças voltam e a mãe tem a chance de rever os homens por quem se apaixonou no passado.
Mamma Mia! é uma das 20 canções do Abba que compõe a trilha sonora e embala o longa-metragem. Entre as músicas estão também Chiquitita, Dancing Queen, Take A Chance On Me, entre muitas outras. O filme é a adaptação de um musical que estreou primeiro nos palcos, levando milhares de espectadores aos teatros em montagens nos Estados Unidos e Canadá.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
10 coisas que eu odeio em você
Como eu acho que eu sou a única pessoa que ainda não viu "10 coisas que eu odeio em você", hoje a minha irmã me mostrou um vídeo da parte que o Heath Ledger canta "Can't take my eyes off of you"
...
Lindo... muito lindo...
e triste... muito triste...
E eu, finalmente, fui com a cara do filme! xD
Link: http://www.youtube.com/watch?v=w6XGUhzfutc&feature=related
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Show de vizinha

Show de vizinha. Eu já tinha visto esse filme umas 3 vezes, mas só o fim. Nunca lembrava do título e não ia com a cara do filme Show de vizinha (pensava que fosse outro filme totalmente diferente), mas adorava aquele que os meninos tentam, no fim, fazer o filme pornô. É muito engraçado! Adoro esse filme! Quando eu encontrar, vou comprá-lo! Adoro esse meninos! E ele é lindooooo! Emile Hirsch, o Matthew!
Taylor. Drillbit Taylor.
sábado, 4 de outubro de 2008
Casamento grego
Filmes para procurar
menina má ponto com
o virgem de 40 anos
o porão
de-lovely
o caçador de pipas
Galileu
o violinista no telhado
o triunfo do amor
as loucuras de Dick e Jane
superbad
casablanca
o silêncio dos inocentes
orgulho e preconceito
o sobrevivente (Rescue Dawn)
eu, eu mesmo e Irene
escrito nas estrelas
o som do coração
efeito dominó (the bank job)
kunk fusão
pillow talk
quando Paris alucina
o pássaro azul
o show tem que continuar
superstar
speed racer
o orfanato
corrente do bem
senhor e senhora Smith
nenhum a menos
moulin rouge
10 coisas que eu odeio em você
kung-fusão
be cool
the hills have eyes
em busca da terra do nunca
a lista de Shindler
dragão vermelho
o silêncio dos inocentes
Hannibal
Hannibal - o início
a fonte
ensaio sobre a cegueira
peixe grande
Juno
a garota do outro lado da rua
Kate e Leopold
Nell
maverick
a menina do fim da rua (The little girl who lives down the lane)
Donnie Darko
plano de vôo
o quarto do pânico
resident evil
escola do rock
papai Noel às avessas
S.H.A.F.T.
o homem de ferro
babel
eu, eu mesmo e e Irene
a bússola de ouro
número 23
a loja mágica de brinquedos? (Mr. Magorium wonder emporium)
o despertar de uma paixão
o ilusionista
o grande truque
antes e partir (the bucket's list)
taken
T[a todo mundo morto (Shawn of the dead)
----------------------
Por enquanto.
o virgem de 40 anos
o porão
de-lovely
o caçador de pipas
Galileu
o violinista no telhado
o triunfo do amor
as loucuras de Dick e Jane
superbad
casablanca
o silêncio dos inocentes
orgulho e preconceito
o sobrevivente (Rescue Dawn)
eu, eu mesmo e Irene
escrito nas estrelas
o som do coração
efeito dominó (the bank job)
kunk fusão
pillow talk
quando Paris alucina
o pássaro azul
o show tem que continuar
superstar
speed racer
o orfanato
corrente do bem
senhor e senhora Smith
nenhum a menos
moulin rouge
10 coisas que eu odeio em você
kung-fusão
be cool
the hills have eyes
em busca da terra do nunca
a lista de Shindler
dragão vermelho
o silêncio dos inocentes
Hannibal
Hannibal - o início
a fonte
ensaio sobre a cegueira
peixe grande
Juno
a garota do outro lado da rua
Kate e Leopold
Nell
maverick
a menina do fim da rua (The little girl who lives down the lane)
Donnie Darko
plano de vôo
o quarto do pânico
resident evil
escola do rock
papai Noel às avessas
S.H.A.F.T.
o homem de ferro
babel
eu, eu mesmo e e Irene
a bússola de ouro
número 23
a loja mágica de brinquedos? (Mr. Magorium wonder emporium)
o despertar de uma paixão
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o grande truque
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taken
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